Em meio à disputa de três aliados pelas duas vagas ao Senado em São Paulo, o PT tenta equilibrar interesses e diminuir atritos na base. O partido tem evitado dar sinais claros de quem apoia: Marina Silva (Rede), Márcio França (PSB) ou Simone Tebet (PSB), e é cobrado pelos partidos a definir posição.
Presidente do diretório estadual do PT em São Paulo, o deputado federal Kiko Celeguim diz que o papel do partido de Lula será arbitrar a melhor composição.
“Há opiniões divergentes de qual seria o melhor ‘encaixe’ [no pleito]. Mas o PT não tem e não terá posição, nossa tarefa é arbitrar para buscar a melhor composição”, afirma.
