Elegância, longevidade e visão de negócios marcam o nome de Lúcia Borges Maggi, a matriarca de 92 anos que ajudou a fundar a Amaggi e consolidou um dos maiores impérios do agronegócio brasileiro. Em 2025, Lúcia volta a brilhar no prestigiado ranking da Forbes, ocupando a 8ª posição entre as mulheres mais ricas do país, com uma fortuna estimada em R$ 6,6 bilhões.
O que torna sua presença ainda mais marcante é o fato de Lúcia integrar, ao lado de Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, o seleto grupo das self-made women, aquelas que construíram suas próprias fortunas, sem depender de heranças. Enquanto Junqueira possui patrimônio de R$ 8,7 bilhões, Lúcia se mantém firme com a marca de R$ 6,6 bilhões.
A história de Lúcia começou ao lado do marido André Maggi (1927-2001), com quem fundou a antiga Sementes Maggi em 1977. O negócio cresceu, diversificou-se e hoje a Amaggi, com sede em Cuiabá, é uma gigante do setor agrícola, atuando também em navegação, energia e produção de grãos.
O grupo segue sob o comando dos filhos Blairo e Marli, além dos genros Itamar e Hugo, mantendo viva a visão empreendedora da fundadora.
O ranking da Forbes deste ano também trouxe estreias de peso, como a de Íris Abravanel e suas seis filhas, herdando a fortuna deixada por Silvio Santos, avaliada em R$ 6,4 bilhões. Ainda aparecem nomes como Priscila Barreto Moreira Silva, acionista do Hapvida, com R$ 2,2 bilhões, e Mariana Botelho Ramalho Cardoso, executiva do BTG Pactual, com R$ 2,1 bilhões.